segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Amy e o inferno

[por Luís Antônio Giron]



À medida que passa o tempo, tenho a impressão de que entendo cada vez menos de música, e menos ainda de vida. Quando se juntam os dois termos, então, o enigma se torna quase indecifrável. E eis Amy Winehouse a me tirar o sono. A morte e a arte da cantora inglesa (1983-2011) perturbam quaisquer convicções e as ideias adquiridas em torno da dicotomia indivíduo-produto, arte-vida, drogas-caretice. Até que ponto ela foi um produto da indústria pop britânica? O que sobrou de sua carreira breve? Que lições sua arte pode dar à vida, e vice-versa? É o que vou tentar responder aqui.[ clique para ler o restante deste ótimo texto de Luís Antônio Giron]

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